sexta-feira, 29 de maio de 2015

Produção de texto da Unidade 3

Os textos acadêmicos e outros textos (escritos)
Os textos acadêmicos são uma forma escrita de apresentação de determinado conteúdo, o seu objeto: ele veicula o fruto de alguma investigação científica, filosófica ou artística. Nele podemos distinguir o conteúdo (ideias, estrutura argumentativa, etc.) da forma (linguagem, disposição dos elementos, etc.).
A prática de leitura acadêmica pressupõe um interesse específico, definido antes do momento de contato com o texto a ser lido – o leitor acadêmico em geral procura algo específico, um conteúdo de seu interesse que costuma ser o principal agente motivador na busca pelo texto. Estrutura organizacional bastante estável, normalmente dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão.
Nossos textos, em termos de comunicação: lembretes, avisos para pessoas ausentes, bilhetes, cartas, e-mails, blogs. Há também os textos escritos transformados em documentos, como certidão de nascimento, atestado de óbito, registros de casamento. Inclusive nossas leis, contas, multas, enfim, são textos verbais escritos de vários tipos com múltiplas finalidades. Estamos dizendo então que a linguagem escrita é utilizada socialmente de diferentes formas.
Exemplos como livros e artigos são hoje classificados de “publicações”, porque visam a um público amplo e não especificado. De par com tais textos, encontramos também, é claro, aqueles cujo objetivo é mais restrito: teses, dissertações, monografias, ensaios, relatórios de pesquisa, trabalhos de cursos de formação, etc., que não se destinam a publicação (ao menos inicialmente). Esses textos exigem uma leitura mais lenta, mais cuidadosa, reflexiva, aprofundada e crítica. No caso, texto acadêmico.
Todos os tipos de textos seguem uma estrutura, geralmente os textos acadêmicos seguem uma estrutura padrão, Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. Alguns exemplos (abstract ou resumo, artigos, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de curso).
A introdução é o momento de apresentação do tema e eventuais subtemas, na qual o autor disserta sobre a questão principal que será abordada no desenvolvimento. Já no desenvolvimento, isto é, no chamado “corpo do texto”, encontram-se em geral informações sobre o estado da arte das pesquisas sobre o mesmo tema e/ ou temas relacionados a ele. Por fim, a conclusão é reservada para a retomada das principais teorias que embasaram a análise dos dados e os resultados obtidos.
Segundo o pensador Bakhtin, gêneros são construções discursivas relativamente estáveis, e, portanto em constante transformação. definir gênero significa solar, apenas temporariamente, algumas características de um conjunto de textos a fim de melhor entender não apenas sua estrutura, mas seu uso social nas práticas diárias em que nos engajamos ao fazer sentido do mundo.




quinta-feira, 28 de maio de 2015

Atividade da Unidade 2

Os textos acadêmicos e outros textos (escritos)
A linguagem escrita tem papel primordial em nossa sociedade – quer seja porque a escrita é entendida como uma maneira eficiente de fazer durar, através dos tempos, nossos textos, quer seja por sua praticidade em termos de comunicação: podemos escrever lembretes para nós mesmos, avisos para pessoas ausentes, bilhetes, cartas, e-mails, blogs. Há também os textos escritos transformados em documentos, como certidão de nascimento, atestado de óbito, registros de casamento. Inclusive nossas leis, contas, multas, enfim, são textos verbais escritos de vários tipos com múltiplas finalidades. Estamos dizendo então que a linguagem escrita é utilizada socialmente de diferentes formas. Essa realização de textos tanto orais como escritos é conhecida em nossa área por gêneros textuais.
Todo gênero textual apresenta determinadas características que nos fazem reconhecer tal gênero quando o vemos, por exemplo, uma carta pessoal, um artigo de revista, uma receita de comida, uma receita médica. Dentre todas essas diferentes construções sociais de gêneros textuais, está o gênero acadêmico. Segundo Bakhtin (1997), gêneros são construções discursivas relativamente estáveis, e portanto em constante transformação.
Assim, definir gênero significa isolar, apenas temporariamente, algumas características de um conjunto de textos a fim de melhor entender não apenas sua estrutura, mas seu uso social nas práticas diárias em que nos engajamos ao fazer sentido do mundo. Concordamos com Bakhtin que mais do que apenas reconhecer as características estruturais de um texto, precisamos entender como esse texto é utilizado nas práticas sociais de interação verbal, isto é, por que alguns textos parecem ter mais ou menos “valor” do que outros e como nossos textos acadêmicos são legitimados em espaços de construção de conhecimento científico. Perceber essas questões é tarefa fundamental para quem trabalha com a produção da linguagem.
Leitores e autores de textos acadêmicos são sujeitos um tanto quanto conservadores, buscando e reproduzindo em seus textos uma estrutura organizacional bastante estável, normalmente dividida em introdução, desenvolvimento e conclusão. Apesar de encontrarmos variedade nos tipos de textos acadêmicos, essa costuma ser a estrutura organizacional explicitamente encontrada em textos desse tipo.
Textos acadêmicos (abstract, artigos, teses, dissertações, monografias, trabalhos de conclusão de curso) relativamente estáveis em suas estruturas: esta estabilidade relativa constitui um gênero, o gênero acadêmico. Todos esses exemplos de trabalhos de pesquisa são organizados através de uma introdução, desenvolvimento e conclusão. No entanto, podemos considerar que eles são diferentes especialmente na medida em que se desenvolvem a partir de graus de aprofundamento e maturidade acadêmicos diferenciados e progressivamente mais preocupados com o rigor metodológico e científico do trabalho desenvolvido.
Com o intuito de diferenciar o gênero acadêmico e outros tipos de textos, além das características já descritas acima, colocamos alguns exemplos de outros gêneros utilizados em nossa sociedade em seus formatos escritos. Outros textos como Bula de remédio, Receita culinária, Poesia, E-mail, Propaganda, Currículo pessoal.
Apresentamos algumas das diferenças existentes entre textos acadêmicos e outros textos para assim ser possível perceber e compreender o significado de gêneros textuais. Nossa intenção foi não só apresentar esses formatos de textos escritos, mas também oportunizar entendimentos de como tais gêneros textuais refletem uma maneira social de organização.

Produção de texto da unidade 2

“Propagandas impressas, educação e leitura”
Compreender a leitura não é uma atitude natural porque exige habilidade, interação e trabalho; portanto, discorrer sobre esse tema torna-se fundamental na análise de propagandas, gênero que, atualmente, está sendo amplamente explorado para o desenvolvimento da capacidade leitora.
Os diferentes modos de leitura ou produção de leitura vão depender do contexto e de seus objetivos. As condições de produção da leitura são determinadas, segundo o estudioso Brito pelo.
(...) contexto sócio-histórico, as convenções, os hábitos, as capacidades individuais, enfim, as práticas sociais de leitura. Dessa forma, os gestos de leitura se modificam segundo os momentos sócio-históricos, os lugares, os fatos, as próprias razões de ler.
As ideias de Marcuschi outro estudioso, afinam com as de Brito ao dizer que o leitor “se acha inserido na realidade social e tem que operar sobre conteúdos e contextos socioculturais com os quais lida permanentemente”, no caso as propagandas imprensas. É por essa razão que a leitura é vista como prática social.
Na produção de leitura, o implícito é um aspecto relevante, pois quando se lê , levamos em consideração não apenas o que está escrito, mas também o que está implícito. Na leitura de textos publicitários, o implícito é muito explorado, pois esse gênero procura, tanto no campo verbal quanto no visual, despertar no leitor o interesse pelo produto, discursando nas entrelinhas. Com isso há uma necessidade de estudo sobre gêneros, para que haja um entendimento ao ler o gênero propaganda. Assim o leitor saberá identificar elementos no texto essenciais para seu benefício, já que a propaganda está em objeto de beneficio próprio, induzindo o leitor.
O texto publicitário é um dos mais fortes veículos de comunicação de massa. O texto publicitário é constituído por elementos verbais (como palavras, enunciados) e não verbais (como imagens, gráficos e outros recursos visuais).
É por essa razão que Orlandi (1993) afirma que a leitura é, ao mesmo tempo, uma questão linguística, pedagógica e social, cujos domínios não devem ser separados para se conhecer, ao contrário, devem estar integrados.
Dessa forma, o texto pode tornar-se uma “armadilha”, conforme argumenta Marcuschi (2008), pois nem tudo o que queremos dizer está inscrito nele objetivamente, o autor deixa muita coisa por conta do leitor. “Em suma, os sentidos são parcialmente produzidos pelo texto e parcialmente completados pelo leitor.”
Saber ler, segundo Orlandi (1993), “é saber o que o texto diz e o que ele não diz, mas o constitui significativamente”.
O professor compromissado com a formação de um leitor proficiente pode conseguir resultados satisfatórios com esse trabalho, por tratar-se de um gênero que atrai e encanta, e que está presente no cotidiano de todos, portanto de fácil acesso. Utilizar-se da perspectiva interacional da leitura para a compreensão dos textos é uma opção interessante para a formação de um leitor crítico e responsivo; portanto competente, para inserir-se na atual sociedade letrada atual.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Função do Estudo da Sociologia da Educação


Os estudos da sociologia da educação apontam para a ideia de que a educação escolarizada nestas sociedades tem, em geral, algumas funções. A “Redentora” é aquela que se manifesta quando a educação escolar pretende corrigir eventuais distorções das sociedades modernas; “Reprodutora” se manifesta quando as práticas educativas na escola reproduzem e legitimam as desigualdades sociais; “Transformadora” ocorre quando a educação escolar está prioritariamente comprometida com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Fórum Sociológico, Unidade 4

Contribuição da Sociologia da Educação para a compreensão da educação escolar

A sociologia da educação para a compreensão da educação escolar tem escolar tem como prin­cipal função promover a consciência dos educandos para a compreensão e transformação da realidade, refletindo e analisando sobre os acontecimentos do mundo e suas implicações e se posicionando de forma crítica diante dos fatos em sociedade. Dessa forma, haverá o desenvolvimento do educando através da sociologia. E essa é a ciência significativa para a conscientização social e a formação do espírito crítico.
A escola é a instituição responsável pela formação dos jovens para sua integração ao mundo social adulto na modernidade. Então, o que é próprio da escola é a garantia da transmissão – não mecânica, mas ativa, compreendida como apropriação – do saber elaborado, que através da sociologia trás uma maior eficiência em seu objetivo, que é a construção do sujeito apto para agir de acordo com os preceitos estabelecidos como aceitáveis dentro um contexto social.

ATIVIDADES PARA A UNIDADE II

Concepções Filosóficas

RACIONALIMO
a) Características: concepção filosófica que afirma a razão como única faculdade a propiciar o conhecimento adequado da realidade. O racionalismo é em parte, a base da Filosofia, ao priorizar a razão como o caminho para se alcançar a Verdade.
b) Teóricos: Descartes, Leibniz, Pascal e Spinoza.
EMPIRISMO
a) Características: sob uma perspectiva contrária, os empiristas refutaram a existência das ideias inatas e postularam que a mente é uma tabula rasa ou página em branco, cujo material provém da experiência. As principais características do empirismo são: 1 - não há ideias inatas, nem conceitos abstratos; 2 - o conhecimento se reduz a impressões sensíveis e a ideias definidas como cópias; 3 - o conhecimento é limitado aos fenômenos e toda a metafísica, conceituada em seus termos convencionais, é impossível.
b) Teóricos: Aristóteles, Thomas Hobbes, Francis Bacon, John Locke.
IDEALISMO
a) Características: a verdadeira realidade está no mundo das ideias, das formas inteligíveis, acessíveis apenas à razão. podemos considerar primado do Eu subjetivo como central em todo idealismo, o que não significa necessariamente reduzir a realidade ao .
b) Teóricos: Platão, Kant, Hegel.
REALISMO
a) Características: é a concepção de que existe outra “Realidade”, uma Realidade autônoma, independente do conhecimento que se pode ter sobre ela. O conhecimento verdadeiro, na perspectiva realista, seria então a coincidência ou correspondência entre nossos juízos e essa realidade.
b) Teóricos: Descartes, Locke, Berkeley e Hume.

Fórum Sociológico, Unidade 3

Educação, escola e as desigualdades sociais
Educação implica, em primeiro lugar, que pensemos sobre a relação entre educação, escola e sociedade. A escola é um lugar onde o conhecimento é transmitido de forma democrática, igualmente para todos os alunos. Porém isso não impede de haver desigualdades.
Dentro da sociedade cada classe ou grupo social possui uma determinada influência cultural, que em uma escola estarão todos inseridos num mesmo código de ensino. Que isto pode implicar na formação do aluno dentro do sistema de educação e formação da aprendizagem. A educação escolar, no caso das crianças oriundas de meios culturalmente favorecidos/casses sociais dominantes, seria uma espécie de continuação da educação familiar, enquanto para as outras crianças desfavorecidas através da família por não possuírem certas conduções econômicas e por não terem uma maior contato direto com coisas concretas lugares e informações facilmente acessíveis para aqueles mais favorecidos, o que significaria algo estranho, distante, ou mesmo ameaçador. A posse de capital cultural favoreceria o êxito escolar, em segundo lugar, porque propiciaria um melhor desempenho nos processos formais e informais de avaliação.
A escola dissimuladamente valoriza e exige dos alunos determinadas qualidades que são desigualmente distribuídas entre as classes sociais, notadamente, o capital cultural e uma certa naturalidade no trato com a cultura e o saber que apenas aqueles que foram desde a infância socializados em uma cultura legítima podem ter.
Acredita-se que por meio da escola pública e gratuita seria resolvido o problema do acesso à educação e, assim, garantido, em princípio, a igualdade de oportunidades entre todos os cidadãos. Os indivíduos competiriam dentro do sistema de ensino, em condições iguais, e aqueles que se destacassem por seus dons individuais seriam levados, por uma questão de justiça, a avançar em suas carreiras escolares e, posteriormente, a ocupar as posições superiores na hierarquia social. De fato, o êxito escolar dependerá das qualidades individuais de cada aluno, enfrentando as desigualdades existente não somente na educação escolar mas também proveniente das influências socioculturais da sociedade.




quarta-feira, 20 de maio de 2015

Fórum Sociológico, Unidade 2

Objeto de estudo da Sociologia

A principal preocupação intelectual da Sociologia reside no estudo dos factos sociais. O objeto de estudo da sociologia engloba a análise dos fenômenos de interação entre os indivíduos, as formas internas de estrutura (as camadas sociais, a mobilidade social, os valores, as instituições, as normas, as leis), os conflitos e as formas de cooperação geradas através das relações sociais, e a descrição sistemática e análise de determinados comportamentos sociais. Podemos ver essas características nos métodos de explicação, compreensão e argumentos dos principais teóricos da sociologia.

Émile Durkheim (1858-1917)
O seu famoso princípio básico da Sociologia era estudar os fatos sociais como coisas. Queria com isso dizer que a vida social podia ser analisada com o mesmo rigor com que se analisam objetos ou fenômenos da natureza. De acordo com o autor, fatos sociais são formas de agir, pensar ou sentir que são externas aos indivíduos, tendo uma realidade própria exterior à vida e percepções das pessoas individualmente.

Outra característica dos fatos sociais é exercerem um poder coercivo sobre os indivíduos. No entanto, a natureza constrangedora dos factos sociais raramente reconhecida pelas pessoas como algo coercivo, pois e uma forma geral atuam de livre vontade de acordo com os fatos sociais, acreditando que estão a agir segundo as suas opções. Na verdade, afirma Durkheim. Frequentemente as pessoas seguem simplesmente padrões que são comuns na sociedade onde se inserem. Os fatos sociais podem condicionar a ação humana de variadas formas, que vão do castigo puro e simples (no caso de um crime, por exemplo) a um simples mal-entendido (no caso do uso incorreto da linguagem).

Karl Marx (1881-1883)
A perspectiva de Marx assentava no que denominava concepção materialista da história. De acordo com esta perspectiva, não se encontram nas ideias ou nos valores humanos as principais fontes de mudança social. Pelo contrário, a mudança social é promovida acima de tudo por fatores econômicos. Os conflitos entre classes fornecem a motivação para os desenvolvimentos históricos -- eles são o motor da história. Nas palavras de Marx, toda a história humana é, até à data, a história da luta de classes.


Max Weber (1864-1920)
Na perspectiva de Weber, os fatores econômicos eram importantes, mas as ideias e os valores tinham o mesmo impacto sobre a mudança social. Ao contrário dos primeiros pensadores sociológicos, Weber defendeu que a Sociologia devia centrar-se na ação social, e não nas estruturas. Argumentava que as ideias e as motivações humanas eram as forças que estavam por detrás da mudança -- as ideias, valores e crenças tinham o poder de originar transformações. Segundo o autor, os indivíduos têm a capacidade de agir livremente e configurar o futuro.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Fórum 1, Unidade 1

O PENSAMENTO MÍTICO E O PENSAMENTO FILOSOSFICO
Historicamente, a filosofia, tal como a conhecemos, inicia com Tales de Mileto. Tales foi o primeiro dos filósofos pré-socráticos, aqueles que buscavam explicar todas as coisas através de um ou poucos princípios.  Ao apresentarem explicações fundamentadas em princípios para o comportamento da natureza, os pré-socráticos chegam ao pensamento mítico.

O pensamento mítico teve início na Grécia, do séc. XXI ao VI a.C.. Nasceu do desejo de dominação do mundo, para afugentar o medo e a insegurança. A verdade do mito não obedece a lógica nem da verdade empírica, nem da verdade científica. É verdade intuída, que não necessita de provas para ser aceita. É, portanto uma intuição compreensiva da realidade, é uma forma espontânea do homem situar-se no mundo.

Normalmente, associa-se, erroneamente, o conceito de mito a: mentira, ilusão, ídolo e lenda. A filosofia retomando as questões postas pelo mito é uma explicação racional da origem e da ordem do mundo. 

A filosofia nasce como racionalização e laicização (influências religiosas) da narrativa mítica, superando-a e deixando-a como passado poético e imaginário. A origem e a ordem do mundo são, doravante, naturais. Aquilo que, no mito, eram seres divinos (Urano, Gaia, Ponto) tornam-se realidades concretas e naturais: céu, terra, mar. Aquilo que no mito, aparecia como geração divina do tempo primordial surge, na filosofia, como geração natural dos elementos naturais. No início da filosofia, tais elementos ainda são forças divinas. Não são antropomórficas, mas são divinas, isto é, superiores à natureza gerada por eles e superiores aos homens que os conhecem pela razão; divinas porque eternas ou imortais, porque dotadas do poder absoluto de criação e porque reguladoras de toda a Natureza.

sábado, 16 de maio de 2015

Fórum Sociológico, Unidade 1

Sociologia, definição e objeto de estudo
Podemos definir a sociologia como o estudo científico da organização e do funcionamento das sociedades humanas. Ao pé da letra temos o estudo da sociedade. A sociologia estuda as relações de formalidade presentes na vida e nas sociedades.
O objeto de estudo da sociologia engloba a análise dos fenômenos de interação entre os indivíduos, as formas internas de estrutura (as camadas sociais, a mobilidade social, os valores, as instituições, as normas, as leis), os conflitos e as formas de cooperação geradas através das relações sociais, e a descrição sistemática e análise de determinados comportamentos sociais.
Analisando o fator de necessidade de estudo e compreensão da sociedade, isto é de extrema funcionalidade em nossa sociedade. A Sociologia debruça-se sobre as nossas vidas e o nosso próprio comportamento, e estudar-nos a nós próprios é a mais difícil e complexa tarefa que podemos empreender.
O objetivo de estudo da sociedade e do comportamento humano é uma coisa relativamente recente, cujos inícios remontam aos finais do século XVIII seguindo até o século XX, impulsionado por grandes teóricos como Auguste Coorte, Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber. E continuando até os dias atuais por meio da inserção da sociologia como disciplina de estudo. 

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Fórum 2

Hábito da Leitura
A leitura é essencial em nossa atualidade, pois nos dá a capacidade de senso crítico, alimenta nossa mente de ideias, enriquece nosso vocabulário,  e provoca habilidades de argumentação fazendo-nos pessoas instruídas.
Pode-se dizer que existem três objetivos básicos para aquele que cultiva o hábito de ler, o saber ler por prazer, para estudar ou para se informar, e pelo menos um desses objetivos estão em cada um de nós.
Uma publicação no Facebook, documentários em sites, notícias, mensagens e propagandas são os tipos mais comuns de leitura em nosso dia-a-dia.

Fórum 1

Ler para Escrever
A leitura é a parte mais importante no desenvolver de qualquer atividade. Através desta é possível a captação diversas informações que serão impulsionadas para se converterem em escrita. Em uma leitura de um texto há diversas concepções dentre as mais variadas podemos citar a leitura busca de informações com finalidade de encontrar alguma reposta, a leitura estudo do texto que é ler com finalidade específica, pois o conteúdo será útil e a leitura do texto-pretexto especificando é um resumo que terá como base outro texto e exigirá a leitura do mesmo, havendo uma seleção de alguns trechos e necessitando uma compreensão para complementação. Por meio destas concepções o leitor poderá construir um texto atribuindo-lhe significações que poderão construir um determinado conteúdo para a escrita.
A prática da leitura é essencial para um bom desempenho na escrita, proporcionando um domínio de muitas palavras, colocações verbais e organização de frases. A leitura propicia a aprendizagem, o armazenamento de muitas informações que podem ser usadas para produzir um texto. Por fim, quanto mais você lê, mais fácil ficará desenvolver sua escrita. 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

A língua inglesa está incluída no vocabulário de muitos países, não só Estados Unidos e Inglaterra, mas também é falada na Austrália, Canadá, Índia, África do Sul, Jamaica e vários países que a tem como língua oficial ou segunda língua.
A importância do inglês no mundo atual está em ser a língua mais estudada do mundo, dentro do universo da globalização, é a língua da internet, da informática, dos esportes internacionais, do comércio internacional, e do turismo.
No Brasil, o vocabulário inglês está inserido ao nosso cotidiano. Quem nunca tomou um milk-shake? Quem nuca pegou sua bick, foi até o shopping center, comeu um hambúrguer com ketchup e maionese? Quem nunca jogou no famoso vídeo game play station? Pois é, essas e muitas outras palavras estão ao redor no nosso dia-a-dia.
O ensino da língua inglesa é fundamental no mundo atual, com o novo cenário mundial, advento da internet, como o encontro das culturas, é essencial para o desenvolvimento da competência da comunicação e formação de cidadãos que possam está inseridos na construção e transformação dessa sociedade.
Dentro do processo de desenvolvimento global, as culturas se encontram e as identidades se fragmentam ,se reconstroem. As habilidades da língua inglesa atualmente é sinônimo de ter melhor renda, conquistar  um emprego melhor . É ter um passo a frente na concorrência em uma vaga de emprego. É abrir as portas para esse novo universo de desenvolvimento constante, e sentir-se cidadão de um mundo globalizado.